Reflexos do COVID-19 no mercado imobiliário em Varginha

Reflexos do COVID-19 no mercado imobiliário em Varginha

Muitas pessoas têm nos questionado sobre os reflexos do Corona vírus no mercado imobiliário de Varginha e aqui dentro da Alexandre Azevedo. Para esclarecer e mostrar nossa percepção desenvolvemos esse artigo para deixar você por dentro do que temos percebido.

Como o restante do mercado, Varginha também foi pega de surpresa pelo surto da COVID-19 e esse vírus se mostrou bem diferente dos demais não só pelos efeitos causado na saúde das pessoas, mas por ter gerado reflexos claros na mudança de comportamento, de consumo, na situação financeira e econômica e na forma com que “levávamos” nossas vidas.

Com tantos reflexos na sociedade e na economia não seria o mercado imobiliário que passaria ileso pela pandemia. Antes de mais nada, é importante deixarmos registrados aqui que o mercado imobiliário enxergava e ainda enxerga um ano com crescimento e excelentes resultados.

Em Varginha, os principais e mais perceptíveis reflexos que podemos sentir foram os seguintes:

– RENEGOCIAÇÃO DE ALUGUEIS COMERCIAIS.

Devido ao fechamento do comércio por um período considerável e posteriormente com o início da restrição no período de funcionamento das lojas, muitos lojistas e proprietários dos imóveis fizeram acordos buscando a manutenção das atividades. Sabemos que muitas vezes o aluguel representa uma das maiores fatias do custo fixo das operações. Nesse aspecto, sentimos que os proprietários, de forma geral, entenderam a gravidade do problema e bons acordos foram firmados sem perdas paras ambas as partes.

– MANUTANÇÃO NOS PREÇOS DOS IMÓVEIS À VENDA.

Ao contrário do que muita gente esperava, não percebemos uma deflação (queda) nos preços dos imóveis à venda, apenas poucas exceções tiveram uma retração nos valores. Isso mostra mais uma vez como o mercado imobiliário é solido perante adversidades de níveis globais, se tornando uma boa opção para proteger e rentabilizar o dinheiro.

– QUEDA NO VOLUME DE ATENDIMENTOS

Na Alexandre Azevedo Imóveis, percebemos que o volume de atendimentos presenciais diminuiu, porém por outro lado, os atendimentos digitais realizados no período da pandemia se mostraram sólidos e apresentaram consumidores com real intenção de compra. De modo geral no Brasil, metade das pessoas que tinham intenção de comprar um imóvel postergaram a compra para, no máximo, 60 dias e percebemos um aumento nas buscas por imóveis no nosso site, temos hoje em torno de 260 acessos diários. Bons negócios vem acontecendo.

– AUMENTO NA BUSCA DE IMÓVEIS POR PARTE DOS INVESTIDORES

Desde janeiro temos vivido um período de intensa volatilidade e desvalorização de ativos na economia brasileira. O índice da Bovespa que chegou a um pico de 119.528 pontos em 23/1/2020 registrou a inacreditável queda de 40,45% em menos de dois meses. Porém o pior período ficou pra trás e a bolsa vem se recuperando.
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O principal motivo da queda vivida pela bolsa é a grande preocupação com o desconhecimento do sistema de saúde mundial a respeito da disseminação e os efeitos da COVID-19, e desta forma a única forma de prevenção nas populações dá-se por meio do confinamento em suas casas, o que provocará uma forte retração econômica.⠀
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Com isso, muitos investidores vendem os seus ativos com medo da retração econômica e também a preocupação com a solidez do mercado. No entanto, quando esse cenário se apresenta o investidor que liquidou a sua posição se encontra com um outro dilema. O que fazer com o dinheiro neste momento, onde alocar o valor que antes estava investido em bolsa ou renda variável? Quais opções de investimentos para quem quer preservar valor e obter uma rentabilidade com mais segurança no longo prazo?⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Neste contexto a aquisição dos imóveis como reserva de valor e rentabilidade segura passa a ser uma das mais fortes alternativas, além de ter a segurança da propriedade pelo registro de imóveis, o proprietário pode contar com a rentabilidade da locação mensal e também da valorização do imóvel que a longo prazo sempre se mostra positiva.⠀
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⠀           Atualmente a rentabilidade da locação, seja ela residencial ou comercial tem se mostrado uma ótima alternativa, uma vez que as aplicações mais seguras, seguem a SELIC que está em queda acentuada já há um bom tempo. Hoje com a SELIC em 2,25% Inflação a 3%, na renda fixa de primeira linha o prejuízo financeiro fica na casa dos 0,5%.
Com isso a SELIC, que baliza os investimentos mais seguros está em queda, hoje a locação acaba sendo maior do que os valores que se consegue em CDB´s de bancos de primeira linha.

Com tudo isso, acreditamos que o mercado imobiliário apesar de desacelerado, continuará gerando ótimos negócios e oportunidades durante o ano. No segundo semestre, Varginha já retoma com alguns lançamentos que eram previstos para o primeiro desse ano. E para quem adiou a compra agora tem-se um bom momento para efetiva-la pois de forma geral a relação COMPRADOR X VENDEDOR ganhou flexibilidade para desenhar fluxos financeiros que atendam ambas as partes.
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